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Archive for the ‘Meu eu mágico’ Category

Bom dia,

Você que precisa de um designer gráfico iniciante, eu tenho a solução.
Pode me contratar que eu garanto:
– Conhecimentos básicos de Corel, Photoshop e InDesign,
– Uma pessoa esforçada e que aprende fácil,
– Se não sei, vou atrás de quem sabe e aprendo,
– Não tenho experiência, mas nisso você pode me ajudar. o.~

Obrigada pela atenção,

Francielly

Pois é pessoal, hoje é o dia do meu currículo circular o mundo. É tão difícil pra mim conseguir um emprego na área de design gráfico, ainda mais quando não tenho experiência.

Fico em dúvida quanto ao meu currículo, uma vez que 90% dele é focado em agronomia. E eu nunca exerci a profissão de Agrônoma, porque nunca gostei e não queria viver disso.

Agora que achei a minha profissão dos sonhos, ninguém me contrata porque sou uma profissional cara, por já ser formada. E fico na dúvida, deveria tirar a agronomia do meu currículo!?

Já fui fazer entrevista de emprego onde pediam conhecimentos de Indesign e eu nem sabia qual era esse programa. Saí da entrevista e me matriculei no curso de Indesign, Photoshop, Corel, Flash, Dreamweaver, etc. Assim que esses terminarem, quero começar o inglês, apesar de já ter o básico. Mas aind quero um curso de 3D, só não sei onde tem ainda…ehehe.

E aí tem emprego aí?

Beijo, me liga…manda e-mail, chama no msn, twitter…

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5 Anos!!!

“…Você me deu atenção
E tomou conta de mim
Por isso minha intenção
É prosseguir sempre assim
Pois sem você, meu tesão
Não sei o que eu vou ser
Agora preste atenção
Quero casar com você!”

( Escrito nas estrelas – Tetê Espíndola)

Dia 15 fiz 5 anos de casamento e confesso: estou mais feliz do que nunca!!!!

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Busca vida II

“…Ele ganhou dinheiro
Ele assinou contratos
E comprou um terno
Trocou o carro
E desaprendeu
A caminhar no céu
E foi o princípio do fim…”

(Busca vida – Os paralmas do sucesso)

E como já disse Sheakpeare “não importa em quantos pedaços seu coração foi partido, o mundo não pára para que você o conserte”. Então eu comecei a me dedicar à faculdade e a fazer outros amigos que não fossem comuns e que não me lembrassem o amor que não estava dando certo.
Ele me procurava todos os dias…Dizendo que precisava de mim e que me amava, mas mesmo sem ele dizer eu sabia. Pois eu tembém sentia o mesmo, mas eu queria mais. Queria que ele estudasse e que não se limitasse ao mundo em que vivia. Eu queria crescer e queria que ele crescesse comigo, mas ele não via dessa forma…
Começamos uma ‘brincadeira’ de gato e rato, eu estudava muito bem antes de ir a algum lugar para que evitasse encontrar com ele, o que nem sempre funcionava.

Me propus ser amiga dele e acabei chegando a conclusão que ex nunca vai conseguir ser uma amiga, simplesmente pelo fato de que não consegue ser imparcial. Quando cheguei no meu limite brigamos,ficamos 4 meses sem conversar, nem olhar pra ele na rua eu olhava.

E quando a gente acha que não pode piorar… Meu irmão do meio morre aos 18 anos, vítima de um AVC, vulgarmente chamado de derrame. Nem preciso dizer que o mundo caiu.

Meu irmão ficou quatro dias na UTI. Esses quatro dias praeceram uma vida inteira de agústia e tristeza, e nesses quatro dias ele esteve ao meu lado me confortando, me dando a mão. Sempre ao meu lado sem se preocupar com o que as pessoas iam pensar, sem se preocupar se eu ia ou não me lembrar disso depois. No dia 7 de novembro de 2000, a vida terrena do meu irmão chegou ao fim.

“…E volto sem olhar pra trás
No escuro do céu
Mais longe que o sol
Perdido num planeta abandonado
No espaço…”

(Busca vida – Os paralmas do sucesso)

Bom, um ano terminava e outro começava… Mas aquela tristeza não ficava pra trás. Era uma dor constante. Voltar pra faculdade foi uma das coisas mais difíceis que tive que fazer depois da morte do meu irmão. O curso não me agradava 100% e eu fui levando devagar. Repeti muitas matérias e ir na aula era um suplício. O ano se arrastava.

Em outubro de 2001, voltamos a nos encontrar e percebemos que agora sim estávamos no mesmo degrau da vida. Ele estava mais maduro e nosso amor continuava forte como sempre foi. Voltamos!! Os nossos amigos em comum quase fizeram uma festa pra comemorar, pois acompanharam os dois anos de sofrimento que foi um estar longe do outro.

Voltamos e em maio de 2004…casamos! E até hoje estamos vivendo o nosso “felizes para sempre!”

Môr, você é o meu príncipe encantado!O Amor da minha vida!

“…Se for mais veloz que a luz
Então escapo da tristeza
Deixo toda a dor pra trás
Perdida num planeta abandonado
No espaço e volto sem olhar pra trás…”

(Busca vida – Os paralmas do sucesso)

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Busca vida

“Vou sair pra ver o céu
Vou me perder entre as estrelas
Ver daonde nasce o sol
Como se guiam os cometas pelo espaço
E os meus passos, nunca mais serão iguais…

(Busca vida – Os paralamas do sucesso)

Porque falar da gente é tão difícil? Deixar que as pessoas conheçam nosso íntimo é tão complicado, ainda mais porque quem mais no conhece é aquele que mais tem o poder de nos magoar. Mas… quem não arrisca…

Eu costumo dizer que eu era meio ‘jacú’, não sei de onde veio essa palavra mas era assim que minha mãe me chamava qdo eu tinha meus momentos anti-sociais.
Nunca tive facilidade em fazer amizades, odiava lugares com muita gente, sempre fui muito crítica, falar ou apresentar qualquer coisa em público era motivo de terror. Sempre procurei mil motivos pra me manter isolada e distante.

Em outubro de 1995, conheci uma pessoa que mudou minha vida… Até hoje ele se lembra da roupa que eu vestia naquele dia. Uma camiseta preta, com a frase “É preciso amar as pessoas como se não houvesse amanhã…” como citação de uma música da banda Legião Urbana.
Bom, essa pessoa foi persistente e insistente, porque somente dois anos depois é que a gente começou a namorar.

Eu digo que comecei a namorar com ele de tanto que ele me ‘enchia o saco’, mas é uma mesntira totalmente deslavada, porque eu gostava dele mas tinha medo pois ele era tudo aquilo que eu nunca tinha ousado ser. Ele tinha muitos amigos (sempre andava em bando), tocava violão (as temidas apresentações em público), totalmente extrovertido, conversava com todo mundo, todo mundo gostava dele. Isso tudo me apavorava um pouco (muito).

Mas começamos a namorar em julho de 1997 e com isso muitas mudanças aconteceram. Aprendi a fazer amigos, não muitos, mas bons amigos. Ainda tinha dificuldade de passar a primeira fase de amizade, o “oi” para iniciar uma conversa era excruciantemente difícil. Minha vida se resumia a cursinho pré-vestibular e grupo de jovens. Era corrido mas era muito divertido.

Porém, nem tudo é maravilhoso… Nosso namoro se tornou turbulento, os interesses acabaram se tornando conflitantes. Ele queria festa e amigos, eu queria a faculdade. A gente tentou, mas algumas coisas saíram do trilho. Ele fazia exatamente tudo que eu queria, eu pensava: ele fazia. Em toda briga ele calava porque dizia que tinha muito medo de me perder. Isso se tornou extremamente sufocante pra mim. eu não queria uma pessoa pra me adorar, eu queria um companheiro. E em Maio de 1999, o namoro teve fim.

“…Se for mais veloz que a luz,
então escapo da tristeza
Deixo toda a dor pra trás,
perdida num planeta abandonado no espaço…”

(Busca vida – Os paralamas do sucesso)

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